6.27.2010
Sobre apostas, crendices e o imponderável
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6.26.2010
6.19.2010
sobre o efeito
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5.15.2010
5.05.2010
Dos importantes motivos pelos quais apoiamos nossos times
- Botafogo, e você?
- Eu também.
- Mas por que?
- Por sua causa. E você, é Botafogo por que?
- Ah, tinha que ser algum, né.
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4.23.2010
Sobre pragmatismo e relacionamentos
- Oi. Também curti. Nao vejo a hora de ter meus sentimentos feridos por você.
- Prometo fazer o meu pior.
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4.19.2010
Matatempo
to ouvindo Roberto Carlos.. Detalhes. Voltou?
Lo diz:
E eu tou stuck at the airport till 2am. Não.
A. diz:
Que coisa. Porquai?
Lo diz:
Me propuseram um esticamento e puxa dos silviços pra vitoria, ES partindo do RJ amanha e voltando amanha mesmo. Chego no aeroporto e descubro q por alguma confusão, cancelaram minha volta pro Rio. Aí a melhor opção era partir daqui para Vitória e chegar lá amanha de manhã e voltar pro Rio de lá, amanhã.
A. diz:
"Tudo vai mal.... tuuuuudoooo". Que confusão. Não entendi nada. Vem pra sampa que é mais fácil!
Lo diz:
Conclusão: presa num aeroporto frio e impessoal na magnífica Paraíba, à espera de um vôo que me levará, após sete horas, ao estado mais ignorado da federação
A. diz:
ES? duvido, ainda acho que é o Acre.
Lo diz:
Na verdade eu acho que mesmo que é o Piauí, mas como há correntes que defendem que é o Espírito Santo, aproveitei para fazer a piada.
A. diz:
Piauí tá na moda. E como o cara mais genial que conheci até hj na vida, é de Vitória.. prezo pelo futuro deste Estado.
Lo diz:
Qui est?
A. diz:
Um cara que fez faculdade comigo.
Lo diz:
Ah, filósofo? Achei que fosse famoso, hahaha
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4.14.2010
Acordei desconfiando do que li
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4.13.2010
Teorias da conspiração
Ui.
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4.08.2010
Repente
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3.26.2010
Para ouvir em dias inspirados
Built upon a single note
Other notes are bound to follow,
But the root is still that note
Now this new one is the consequence,
Of the one we've just been through
As i'm bound to be the unavoidable consequence of you
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3.19.2010
Metáfora do pijaminha e demais testes de laboratório
Tentou a coisa do pijama uma, duas vezes, sempre obtendo a mesma reação. Somou aos resultados de outros testes de comportamento. Colocou-o numa gaiola, aplicou questionários não declarados, observava atenta enquanto o ratinho de laboratório girava a roda, contava os segundos que ele levava até descobrir o queijo, a quantidade de vezes que bebia água e fazia suas necessidades. Observou, anotou, examinou, avaliou... Concluiu por encerrar os testes e o namoro.
Se se arrepende? Desde que abriu a porta da gaiola, o ratinho segue a mesma rotina, gira a roda, demora a buscar o queijo, bebe água e defeca, sem nem atentar para a porta aberta, muito menos para a presença dela. Não, não se arrepende, mas admite que às vezes sente falta do tempo em que acreditou que os testes teriam um resultado mais positivo.
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3.16.2010
Sobre traição
O que torna as coisas ainda mais graves é que parte-se do princípio que se lhe fosse dada a chance de participar, vc poderia chegar a uma situação que não impediria o lucro alheio. Enfim, traição é quando alguém lucra sobre você ou sem você ou ainda apesar de você e não lhe avisa antes.
É que de repente eu sinto esse sentimento rondando...
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3.09.2010
2.21.2010
Princípios da termodinâmica
Zero: Você tem que entrar no jogo
Um: Você não consegue ganhar
Dois: Você não consegue empatar
Três: Você não consegue parar de jogar
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2.10.2010
Síndrome de professorinha
Talvez porque eu seja boba de achar que isso se aprende na "escola"?
Talvez porque eu seja boba de achar que eu tenha "a minha escola"?
Talvez porque eu seja boba de achar que as pessoas aprendem?
É, talvez eu seja boba.
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2.03.2010
Dos romances policiais e de como eles me cativam
Antes de colecionar títulos de Simenons, adorar Maigrets e aquela Paris tão apetitosa quanto criminosa, eu lembro de ter devorado uma coleção infantil que alugava na biblioteca da escola. Do João Carlos Marinho, lembro que tinha "O gênio do crime", "Berenice detetive", "O caneco de prata"... o resto não me lembro porque fazem pelo menos 15 anos, mas eram policiais para criança.
Sempre me diziam que romance policial era Agatha Christie, e Agatha Christie era romance policial. Durante os Simenons, tentei "O misterioso caso de Styles", primeiro dela e minha primeira tentativa. Não deu. Quem se rende ao charme austero e elegância silenciosa daquele francês sério não cede tão fácil às esquisitices espalhafatosas e meio histéricas do baixinho belga naturalizado inglês por opção. Não dá, muito falível. Tão falível quanto os enredos super elaborados e super inverossímeis da... como é que chamam aquela velhinha fofa...? Rainha do crime!
Sim, porque especular um livro inteiro sobre quem teria assassinado um pobre coisado num trem e no fim descobrir (spoileeeeeeeers) que foram todos os passageiros que o mataram, cada um com uma punhalada - sujeito bem quisto esse - é uma especulação vã. No fim, vc nem tentava mais imaginar o fim de história, ou melhor, até tentava, pq eram fins tão inacreditáveis que era só vc criar umas 3 possibilidades absurdas que já estava participando ativamente da leitura do livro, perfeitamente como um romance policial deve ser lido.
Então peguei o jeito dela. Li muito os Poirots e as miss Marples da vida. Li nervosa e avidamente. Comprava pilhas em sebos, aprendi a ler melhor em inglês e forcei a barra no francês para poder ler títulos que não encontrava em português. Entrei para um grupo de discussão sobre Agatha Christie na internet. Colecionava livros e trocava idéias com pessoas que tinham a mesma esquisitice que eu, essa tara por romances policiais.
Sei lá como foi que parei. Acho que durante a faculdade, a necessidade de ler sobr esgoto e concreto armado inibiu minha fantasia. Não parei de ler, mas já tinha lido praticamente tudo da velhinha evil e não achei uma coleção à altura. Me recusava a ler Poe, deve ser preconceito, mas o pouco que tentei, achei-o sanguinolento demais e meus métodos eram mais... psicológicos. O Sherlock Holmes eu jogava no mesmo pacote. Nem mesmo o sir na frente de Conan Doyle me intrigava o suficiente para que eu experimentasse esse inglês de charuto e chapéu engraçado.
O Rubem Fonseca às vezes funcionava. Tem uns romances policiais bem apetitosos, que não ofuscam as suas outras qualidades. Mas não é o mesmo tipo de romance policial, o Mandrake e outros detetives dele são uma delícia porque são malandros, errados, sujos e fortes, mas um tanto canastrões, como quase todo herói brasileiro.
Um dia caiu nas minhas mãos um Luiz Alfredo Garcia-Rosa. Gostei. Seco e ambientado em Copacabana, Princesinha do mar e minha região afetivo-geográfica. Mas só li esse. Anotar: comprar mais.
Então, tudo isso para dizer que eu me apego aos detetives e investigadores dessas histórias policiais alucinantes. E sou fiel a seus métodos até que algum acidente desvie meu rumo. Hoje a culpa foi do Guy Ritchie que conseguiu tornar o Sherlock muito mais interessante e muito mais meu tipo do que aquele old man, duro e sem graça que eu tanto desprezava. Acho que vem pela frente um mote, um novo tema de leitura. Acho que caí de amores, indeed.
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2.01.2010
Latitude -23° 32' 51'', longitude 46° 38' 10''
não se imagina mais viver sem água
faz um calorão até a metade do dia
e depois escurece, cai um mundo
vira Veneza durante uns dias
aí, fica até romântico...
Se vc vier conhecê-la,
levo-te para andar de gôndola.
1.28.2010
Na vida como pipocas
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1.25.2010
Paulo Mendes da Rocha
O senhor morou no edifício Copan? Como foi essa experiência?
Morei bem mais tarde. Se você quer continuar nesse tom de crônica da cidade, morar no Copan foi uma maravilha, como usuário. Porque lá você põe uma sandália qualquer, veste por cima do pijama uma capa de chuva e vai comprar jornal na avenida São Luís, no domingo, numa boa. Fiquei muito amigo de uma figura extraordinária, um espanhol que tomava conta de toda a parte de comida do Hilton [hotel hoje desativado, situado vizinho ao Copan]. Eu tinha um arreglo com ele: atravessava a rua, aos sábados e domingos, ia para a sauna e para a piscina do Hilton. Nadava e ficava por lá, de frente para o meu apartamento, que estava na mesma cota. Tomava meu gim tônica e depois ia para casa almoçar. Uma vez recebi em São Paulo um primo que não sabia onde eu estava morando. Ele veio jantar comigo. Convidei-o para tomar um aperitivo no bar do Hilton. Ficamos ali bebendo e, lá pelas tantas, o barman - que estava de frente para o meu apartamento - me avisou: “Olhe, já estão chamando para o jantar”. Tomamos o último gole, chamei meu primo, atravessamos a rua e fomos jantar, e então ele conheceu a minha casa. Havia um sinal combinado entre mim, a cozinheira e o barman, um contínuo piscar de luzes, que anunciava que a comida estava pronta. Morar na cidade é desfrutar de tudo isso.
(http://www.arcoweb.com.br/entrevista/paulo-mendes-da-rocha-agora-posso-11-07-2006.html)
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1.20.2010
Sugestão para uma cidade invisível
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1.11.2010
12.18.2009
Mau humor
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12.07.2009
Pra fechar a festa
Nothing ever lasts forever
Everybody wants to rule the world
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12.02.2009
Virgem - de 23/08 a 22/09 - regente: MercúrioSe surgir uma saudade dos velhos tempos, talvez seja bom lembrar que antigamente não tinha antibiótico, anestésico; a falta de higiene matava. Havia menos gente, mas a maioria sempre muito pobre e os poderosos mais abusados. Os podres de ontem não eram melhores que os de hoje.
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12.01.2009
Das coisas que só lembramos de não fazer quando já é tarde demais para consertá-las
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11.28.2009
A vaca atolada e o barreado
Conta a lenda que o gado encalhado ao longo do caminho de terra alagado rumo às Minas Gerais influenciou o batismo do prato, que consistia em uma carne de costela banhada na gordura com fins de conservação. Cozida por por menos de 2 horas e acompanhada de mandioca, era a fonte de energia dos tropeiros. Também há outra lenda de que date do tempo dos escravos, que quando uma vaca encalhava em um atoleiro, era sacrificada e ia para a panela.
O barreado deve seu nome à panela de barro em que é cozida. A carne, que deve ser uma peça fibrosa tipo músculo ou coxão mole, é cozida sem osso, sem gordura e com condimentos na panela de barro, coberta com folhas de bananeira e vedada com uma argamassa de farinha de mandioca e água para que o vapor não escape. Deve cozinhar em fogo baixo por não menos do que 12 horas. É servido com farinha de mandioca e banana. Alguns registros dizem ter tradição de 200 anos. Outros, 300. Há certas informações de que antigamente, para vedar, preparava-se dentro da panela enfiada num buraco de terra, daí o barro.
Hoje em dia, ambas vão bem servidas com uma cachacinha.
Regionalismos, comidas típicas, lendas... Seja como for, neste fim de semana tenho expectativas de alta culinária e boa companhia!
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11.26.2009
11.18.2009
11.02.2009
A presença de Monica
Estabeleceu residência fixa em um quarto-e-sala discreto, silêncioso, e só sai de casa em dias especiais, sempre de batom vermelho. Na última vez que saiu, causou um furacão na minha vida.
Eu, que sempre apreciei sua aparição, estou tendo que me adaptar à sua presença constante e às suas investidas para me converter por completo. Afinal, de que me valeria resistir?
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10.30.2009
Pílulas de sabedoria travecóides
(adaptado da fala de Maria Bakker, portuguesa, self-filósofa reclusa e glamourosa personagem traveca de Morrer como um homem)
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10.25.2009
Sobre âncoras e experiências religiosas
O Japão sempre foi pra mim a personificação da distância. E a distância tem um quê de libertador.
Explico-me.
Aqui eu sou Eu. Esse Eu que construí nos últimos quase 30 anos. Esse Eu que tem uma família, um círculo de amigos, uma conduta irreparável, ou quase, hehe. E viver aqui é certamente muito bom, faço coisas legais, conheço pessoas e lugares legais... mas estou sempre presa dentro do meu próprio corpo e das experiências que já dizem respeito a essa pessoa que eu já sou.
Imagino andar por Tokyo e ver todas aquelas cenas que vemos em filmes. E conhecer aquelas cidades em que a paz e a religião moram naqueles templos cuja arquitetura nos é tão exótica. E entender como essa gente pôde edificar sua cidade e sua vida baseados em crenças às quais não partilhamos, e conhecer uma gente para quem toda a história do mundo ocidental não determina toda a sua arquitetura e nem mesmo a construção de seu caráter. Gosto de tentar entender a relação dos japoneses com os animais, longe dessa nossa visão ultrapredadora, como eles parecem lidar com eles desse jeito ingênuo. Queria assistir um kabuki e entender qual a graça, porque homem vestido de mulher pra mim só faz sentido numa comédia ou num carnaval...
Tenho a impressão de que no Japão as experiências seriam tão novas e incríveis que diante delas eu decididamente não poderia reagir como a mesma pessoa, e isso faria de mim alguém novo, e me libertaria dos limites do meu corpo. Quase uma experiência religiosa mesmo. É, é isso. É difícil desamarrar a âncora, mas de agora em diante acho que quero experiências religiosas...
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10.24.2009
To be or not to be: algumas questões primordiais da existência humana
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10.21.2009
10.20.2009
Falta de respeito nível micro
Fulano ouvindo o rádio no celular no metrô, musica baixaria no volume máximo. Ei, eu não sou obrigada a ouvir a sua música em meios públicos! Independente da eventual qualidade ou não do meu gosto musical, ninguém é obrigado a gostar das minhas músicas! Será que o mau gosto proud não notou isso?
Pareço uma velha antiquada quando reclamo da vida e dos costumes. Mas ressoa na minha mente a velha sentença (de morte?) "é por isso que o Brasil não vai pra frente". Dá pra ter esperança quando vc percebe que a falta de educação e respeito começam no nível micro?
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10.18.2009
Sunny
Eu quero ir embora
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10.16.2009
Random feelings
O fato é que não entendo como, às vezes não entendo nada desse mundo. Não sou afeita a crendices que garantam a boa sorte, me choquei quando soube que devem-se guardar os restos do bolo de casamento no freezer por um ano para ser comido no primeiro aniversário de casamento para garantir a felicidade conjugal. Pensei logo nos noivos vetando a satisfação gorda dos convidados ao perceberem que estes avançavam na sua parcela de alegria eterna. O próprio casamento às vezes me é tão estranho... esses costumes... para mim, a união é obviamente importante, e festas devem ser celebradas sim, para qualquer evento feliz. Mas a festa de casamento, nos moldes das festas de casamento que tanto frequentamos... tem tanto costume bárbaro...
Enfim, mas não é só por isso que fico tentando entender porque eu não pertenço a esse mundo. Eu acabo de aderir ao movimento "the lying down game". E estou muito empolgada para bater a minha foto lying down hoje a noite, na celebração de mais uma noite feliz. Isso sim, pra mim, faz sentido: a celebração da ausência quase absoluta de sentido nessa vida.
Afinal de contas, como acreditar que a vida faz sentido, se, à espera de um milagre, o milagre parece acontecer a 2 metros do meu portão? Não, não estou descrente. Só acho que a vida não faz mesmo sentido, como diria meu amigo Ferfer, São Randão age por nós para que não precisemos dar um sentido absurdo aos nossos atos. Amém.
É por isso que hoje vou tirar minha foto lying down. E ser feliz. E celebrar a insensatez da vida.
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10.15.2009
A arte de fazer as perguntas certas
Não seria tão bom saber fazer aquela pergunta desconcertante na hora oportuna? Pois bem, será o tema da minha próxima semana.
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10.14.2009
Chegou o verão
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10.10.2009
Niilismo I
(Beckett, em "Esperando Godot")
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10.08.2009
Toda beleza é meretriz?
Fredric Jameson
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10.05.2009
10.04.2009
Sobre a paixão
Deixei de atender telefonemas e dei desculpas esfarrapadas pra as ligações que tentaram me tirar de minha atividade. Era paixão, na certa.
À noite achei por bem parar um pouquinho. Mas estava evidente que fazia tempos que não sentia algo assim. Saí mas voltei correndo para casa. Não consegui me separar do objeto da minha paixão com facilidade - viciei.
Afinal, não é todo dia que vc se apega assim a alguma história, dessas que vc gruda, não quer perder um segundo sem ler, vira amiga de infância do personagem principal e até chora de emoção quando o livro acaba.
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10.03.2009
Ai ai ai ai ai
Para não, tá bom demais!
Ai ai ai ai ai
Vem com tudo, eu quero mais
Tô fervendo, tô no ponto, eu dou no primeiro encontro
Se você for tarado, vem que eu gosto do babado
Vem com tudo nesse clima, ou me come ou sai de cima
Vem por trás, meu cachorrinho, também gosto do bichinho
Se você não me acalmar, baby, a fila vai andar
Não nasci pra ser noviça, então vê se não me atiça
Mostre que tu é meu macho e sossega esse meu facho
Tô ficando molhadinha, quero ser sua bonequinha
Beija logo minha boca e arranca a minha roupa
Com dedinho e a linguinha
Vem, me deixa maluquinha
Depois faço minha parte que eu sei fazer com arte
Te aqueço, enlouqueço, só pra ter o que eu mereço
Tô carente, tô na seca, satisfaz a tua preta
Vê se agarra a minha bundinha, me chama de danadinha
Assim vou pro paraíso, vou gemendo num sorriso
E num êxtase total vamos juntos ao final
Nem sei se consigo tecer um comentário crítico, ou melhor, não sei se algo nessa letra ainda não fala por si só. Mas se restar alguma dúvida, basta ouvir o clipe do pseudo-funk no Youtube. Desde a interpretação até a harmonia musical, é algo assustadoramente tétrico.
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9.25.2009
Atoron!
quanto tempo o tempo tem.
O tempo respondeu pro tempo
que o tempo tem tanto tempo
quanto tempo o tempo tem
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9.23.2009
Minha autobiografia de C.L.
Quero ser ucraniana
E falar com o coração
Pois misteriosa a ponto de não me reconhecer eu já sou
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9.21.2009
Toda Monica canta
Toda descabelada
Completamente arrependida
Do que aconteceu
Tomei cachaça
E fumei como
Maria fumaça
Completamente arrependida
Do que aconteceu
Não teve a menor graça
Tudo isso eu sei que passa
Mas não passou...
Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa
Eu não sou nenhuma santa
Toda bêbada canta, la la la
La la la la la la la
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9.16.2009
Mais uma de amor
O amor é uma companhia (Alberto Caeiro)
O amor é uma companhia.
Já não sei andar só pelos caminhos,
Porque já não posso andar só.
Um pensamento visível faz-me andar mais depressa
E ver menos, e ao mesmo tempo gostar bem de ir vendo tudo.
Mesmo a ausência dela é uma coisa que está comigo.
E eu gosto tanto dela que não sei como a desejar.
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.
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9.13.2009
Eu já sabia!
Os homens fofocam sobre a vida dos outros duas vezes mais do que as mulheres, e 80% das conversas masculinas são sobre os outros. É o que indica uma pesquisa feita com 300 pessoas na Inglaterra pelo psicólogo Nicholas Emler e divulgada este fim de semana pelo jornal britânico Daily Mail.
Segundo Emler, a fofoca costuma ter uma reputação negativa, mas também tem uma importante função social. A troca de informações ajuda a estabelecer laços entre as pessoas, diz o psicólogo, e pode fortalecer a confiança entre indivíduos. Porém, muitas vezes a fofoca é uma forma de evitar a intimidade, já que falar do outro costuma ser mais fácil do que falar de si mesmo.
- A fofoca ajudou na evolução da linguagem e no desenvolvimento de sociedades complexas. Mas ela é como uma faca de dois gumes. Se por um lado fofocar é do ser humano, também pode arruinar relacionamentos - disse Emler ao jornal.
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9.12.2009
Water and bed
Mas alguma coisa deu errado no meu plano mirabolante e a coisa sugeriu "give up, from now water and bed for you". Acho que vou acatar...
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9.09.2009
Pequenas maldades ou a maldita da maldade
1 - Será que para se sobreviver nesse mundo devemos ter uma carga de maldade? Maldade de fazer coisas más mesmo... Só ser legal não leva a lugar algum, porque ninguém quer por perto um exmplo de dignidade, beleza, "beatitute"?
2 - Pequenas maldades, em mensagens subliminares não bastam, temos mesmo que fazer maldades descaradas, pelo menos alguminhas?
3 - Maldades nos rehumanizam e nos tornam mais atraentes?
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9.04.2009
Teorias da conspiração versus só o amor salva
Ele acha que estamos imersos num mar de maldade e como não quer ser dominado sem resistência, pretende se filiar a um partido libertário, que atualmente apenas aguarda algumas centenas de milhares de assinaturas para se oficializar.
Acha também que o papel da mulher na sociedade atual se perdeu, que um dia tivemos status, mas desde que nos emancipamos, tornamo-nos meras geradoras de receita através de nossos impostos de renda, que antigamente era vinculado ao do marido através da instituição família. Seríamos uma criação do Banco Central, e como consequência última disto, pirigueteamos na night sem obtermos o mínimo de respeito por parte dos XY.
Tudo isso parece até bastante coerente quando ele fala. E confesso que me deixo seduzir em parte por tantas ideias que justificam a esquizofrenia em que enxergo viver. Mas admito também que, por diversão, passei a noite contradizendo-o, defendendo a aleatoriedade da vida e da descrença nessa organização do mal, baseando-me na dificuldade de organizarmos a nossa própria escrivaninha, a partir do que, seria difícil acreditar que qualquer instituição seria organizada o suficiente para perdurar tanto tempo, ser efetiva e não acabar em pizza...
Mas aí, emendei num raciocínio que quem me conhece bem sabe que já faz parte do meu ser: só o amor salva e all we need is love. Claro que não significa que vamos nos amar por aí e alienarmo-nos de tudo. Mas eu realmente acho, polyanisticamente falando, que atingiremos um grau tal de desenvolvimento tecnológico, econômico, cultural, filosófico, enfim, desenvolveremos de tal modo a infraestrutura humana, que ficaremos capengas exatamente naquele ponto do qual partimos quando nos diferenciamos dos animais: a capacidade de sentir e de realizar afeto.
Ou seja, quando nos virmos cheios de opções em termos contingenciais, veremo-nos também esvaziados de conteúdo para aproveitar devidamente estas opções. Aí é que entra Pollyana: eu realmente acredito que as melhores pessoas vão perceber isso. E vão perceber que não adianta sair por aí vivendo tudo, sugando tudo, adquirindo mil gadgets e para descartá-los em seguida sem ter utilizado 10% de suas funções, inventando novas modas e paixões que preencham um vazio existencial, beijando o mundo inteiro, panssexualmente, e nunca achando que se atingiu o topo...
Então, se isso é ser Pollyana, eu devo ser. E espero o melhor dos outros. E quando não o obtenho, fico triste, mas nunca o imponho como sugeriu meu amigo ("quando vc gostar de alguém, nunca espere, imponha o seu respeito"). Mas a clarividência vem acompanhada de paciência e tolerância, por isso sigo esperando e acreditando que as pessoas serão sempre melhores. Eu, que já não quero mais ser um vencedor, levo a vida devagar, prá não faltar amor.
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8.31.2009
I get a kick out of you
Gato
Encontro um gato em segredo
O silêncio do velho telhado não deixa supor
Que entre miados de gemidos
Não é o seu que enxergo quando mio de amor
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8.29.2009
Sobre mudar
Não precisa ser de apartamento, de escola, de trabalho, de marido... tudo isso é o cenário. Acho que mudança mesmo é o que acontece de dentro para fora.
Agora tou cansada demais para pensar nisso e vou dormir, mas a estação de morangos acabou e pressinto que o calor virá acompanhado de mudanças.
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8.24.2009
Querido, fui ali na Ortobom e já volto
Sempre que passo ali fico com vontade de parar e dançar, são clássicos e mais clássicos dos anos 70, 80, 90... I will survive, Like a Virgin, Oh L'amour (siiim, Erasure!). Tem tb um Hip Hop para agradar ao gosto dos compradores mais moderninhos, Justin, rihanna e afins.
Ah, Copacabana... tanto nome e desgramour...
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8.21.2009
Pessoas são estranhas
Rostos olham feio quando você está sozinho
Mulheres parecem malvadas quando você é indesejado
As ruas são irregulares quando você está pra baixo
Quando você é um estranho rostos vêm de fora da chuva (chuva, chuva)
Quando você é um estranho ninguém lembra seu nome
Quando você é um estranho
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8.14.2009
Expurgo
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8.12.2009
8.06.2009
Cair faz parte da vida
O saldo, além do mico, foram inchaços e roxos na mão esquerda e joelho direito.
E o pior é que eu gostei!
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8.03.2009
A vitrine
Durante a semana, lojas me deixam louca. Nos fins de semana, lojas me deixam louca de pobre. Ansiedade é uma merda. Um dia vou rir disso tudo, enquanto farei compras na Prada em NY. Porenquanto vamoquivamu.
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8.02.2009
Eletrorroque
A percepção começou no "Rockinho". Algumas caras felizes e bobalhonas mal denunciavam, mas de uma maneira geral, as feições estavam alteradas. Até que um sujeito simpático verbalizou: "que porra é essa, achei que viria aqui para ouvir as guitarras elétricas e tudo o que ouço é esse eletrônico pretensioso". D'accord.
Ponto dois. Myspace, rádio pop, MTV - assisto, prontofalei -, até no jornal li sobre a banda de maior pronunciamento no cenário rock (cools adoram citar o cenário, né não?) vinda lá daquelas bandas daquela península exportadora de tendências musicais. Esqueci o nome agora - Friendly Kiss?! Por aí -. Enfim, tomei um susto. Pas d'accord, era eletrônico!
Ponto três. Após a morte do Pandora e da aposentadoria do Last.fm, I found myself uma rádio candidata a minha rádio favorita de internet, a "Future Perfect Radio". As bandas que se dizem rock só tocam eletrônico, e o vizu dos artistas é todo EMO!
Ponto final. Não, o problema não está nos lugares que frequento nem nas rádios que estou ouvindo. O problema é que o tempo passou e talvez a resposta àquele famoso dilema sobre a morte do rock e o que mais haveria de se inventar depois do que se inventou nos anos 60 esteja vinculada ao que o computador e sintetizadores e sei lá mais que aparelhos ultra mega eletrônicos possam fazer com as ondas sonoras e... termos técnicos que eu não domino.
Eu só sei que isso tudo pra mim soa como eletrocho(ro)que.
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7.30.2009
Sobre as certezas que temos na vida
- Quando chove, em alguns dias, o sol aparecerá.
- Quando está sol, em breve voltará a chover.
E that's it.
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As mentiras em que os homens acreditam
(em: http://vocesa.abril.com.br/aberto/colunistas/pgart_07_26112002_4055.shl
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7.25.2009
Ah, pára
Hoje soube que o acento de "pára" cairá depois de definitivo o novo acordo ortográfico. Se eu já sentia falta da trema, que era um luxo e nos aproximava dessa língua wunderbar que é o alemão, imagine agora que terei que abrir mão de um dos acentos de que mais gostava, um dos que garantia que meu português fosse 5% melhor que a média!
Ah não! Não creio que o "pára", esse verbo cheio de uma exclamação intrínseca ficará comparável a qualquer preposiçãozinha fajuta! E aí teremos que enfiar uma exclamação artificial na frase...
Ah não, pára com isso...
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7.24.2009
O metrossexual
Na casa dele. A casa totalmente hi-tech, decoração assinada. Banheiro com mais Lancôme que o da avó dela. Shampoo? Issey Myake.
Situação 2:
Ele sem camisa. Peito liso, liso.
Piada 1:
Você raspa? (ironia)
Piada 2:
Não, depilo. (sincero)
Ficção? Só pra mim, há quem diga que isso foi tudo verdade.
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7.14.2009
Impossível
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7.11.2009
7.08.2009
Bolsa térmica for the soul
Dei uma topada...
Dei uma topada numa coisa chamada dissertação
E tou com aquela raiva cega de quem inventou essa coisa chamada mestrado.
-Será que boto gelo?
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6.30.2009
Meu recado de recado para Oscar
retirado de http://parededemeia.blogspot.com/
recado para Oscar
o telefone tocou no meio da noite e ele atendeu rapidamente, saltando da cama como se um século não pesasse nos ombros nem nas pernas. Do outro lado da linha uma voz conhecida mas que ele não ouvia a mais de 15 anos.
- Oscar?
- Sim, sou eu, quem fala?
- É o Roberto, Roberto Burle Marx. Quanto tempo hein Oscar? Nunca pensei que ia demorar tanto pra você vir pra cá. Olha, desculpa o mau jeito de te ligar assim no meio da noite. É que essas conversas só funcionam quando vocês vivos estão meio dormindo meio acordados. Olha Oscar, nós andamos conversando muito sobre você nos últimos anos. Impressionante como os anos passam depressa aqui, acho que diante da eternidade tudo fica minúsculo..... mas sobre isso a gente conversa depois quando você chegar. O Lucio foi contra, acha que você não vai ouvir, mas o resto do pessoal me pediu pra te dar o recado. É o seguinte, nós estamos todos preocupados com o que você anda fazendo atualmente. Cada prédio mal detalhado, mal construído. Para Oscar. Para e vai curtir as homenagens que você merece. Vai desenhar suas mulheres curvilíneas e para de desenhar esses prédios com curvas sem sentido. Se for por dinheiro arruma um jeito de vender seus desenhos. O Corbusier fez isso quando viu que seus projetos já não tinham a mesma força. Eu também passei a pintar mais e projetar menos quando percebi que os jardins já não saiam com a mesma vivacidade. E com esses prédios sem graça você está arruinando a sua biografia Oscar. Aquele moço do New York Times escreve muita bobagem mas acertou na mosca em 2007 quando disse que você estava vivendo o suficiente para estragar sua própria obra. O Charles Moore ficou muito meu amigo (não sei como não o conheci antes, um amor o Charles) e sempre fala do arrependimento de fazer aquela Piazza di Italia em New Orleans. Uma pracinha a menos e a obra do Charles ficaria muito mais íntegra. Você já acumula uma dezena de “piazzas” Oscar e ainda quer fazer uma grande bem no meio do eixo monumental! Já não basta enfiar um auditório no meio da Casa do Baile, aquela biblioteca sem livros em Brasília ou esse Centro Administrativo no caminho de Confins. Aliás, passa em Confins pra você lembrar a beleza do detalhamento do Milton. Se você ainda tivesse gente como o Milton ou o Lelé pra detalhar seus esboços.... Você não precisa disso Oscar, já é de longe o mais importante arquiteto das Américas no século XX (o Frank tá aqui resmungando mas pra começar ele nasceu no século XIX). Desenhe Oscar. Escreva Oscar. Esse negócio de arquitetura dá trabalho demais e quando feito as pressas fica muito ruim. Olha, tá todo mundo mandando um abraço e dizendo pra você demorar bastante. Na verdade a gente morre de inveja da sua longevidade (e alguns do seu talento).
algum tempo depois ele acordou e foi se vestir. Ia receber muita gente no escritório para mostrar mais um projeto (desenhado ontem) para mais um político enraizado nas idéias e nas formas do século passado.
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6.28.2009
Michael Jackson facts
- Ouça a ligação de socorro feita para o 911
- Presos filipinos dançam M. J. (!!!)
- Videos do moonwalk all around the world
- Excesso de remédios obrigava o cantor a fazer lavagens estomacais (eca)
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6.26.2009
6.24.2009
Et telefone minha casa
Tá, eu sei o que alienígenas significa, mas nem por isso deixo de acreditar que esses jornalistas-astrólogos adoram tirar um sarro de trouxas, que, assim como eu, clicam na seção de astrologia. Uma espécie de vingança contra estupidez.
É até muito justo.
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6.20.2009
Síndrome de perseguição
Tento passar direto fazendo cara de paisagem, mas ele me pára para entregar a revista da TV a cabo. Tenho certeza de que isso não foi por acaso e que com isso ele quis dizer que sabe de tudo...
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6.17.2009
6.08.2009
Eu sei o que você fez no final de semana passado
Essa frase ameaçadora, essa que sempre quis endereçar a você. A você mesmo, pode começar a temer. Eu sei muito bem o que você fez no fim de semana passado.Finda a brincadeira, quanto a mim, eis o que fiz no fim de semana passado: domingo frio, CCBB lotado. Não consigo encarar a fila do Yves Saint Laurent, mas o passeio valeu. Não fui na Festa de Família, fica pro próximo.
Hoje me deparo com essa figura (http://www.flickr.com/photos/dorkmaster/3590505784/). Interessante, será real ou mais um desses mitos de internet? Sei que é bem pop, do jeito que eu gosto. E bem erudito também, do jeito que eu gosto. Me deu até vontade de pintar.
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6.03.2009
Are baba!
E não é que é verdade?
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6.02.2009
Sobre o objeto de nosso afeto
Vi isso hoje no orkut e lembrei do livro "O perfume". Foi dessas leituras que devoramos. E como que por um estalo, isso me falou direto ao coração.
Jean Baptiste Grenouille, "grenouille" de "rã" mesmo, foi um órfão, abandonado por sua mãe e por todas as amas de leite por quem passou. Isso por ter uma estranha característica: ausência de cheiro e capacidade fora do normal de sentir os odores. O plot segue com as reações mais bizarras, todos os sentimentos de um ser humano normal: interesse, raiva, ambição, paixão. Mas tudo traduzido na língua dos cheiros, através de uma enorme capacidade de senti-los.
E com isso ele começa a ter desejos fora do comum na sociedade, assim como temos todos, mas na ausência de limites que em seu caso é traduzida pela ausência de uma mãe ou família, o órfão passa a buscar satisfazê-los sem muita medida e obviamente a cometer atos imorais. Mas imorais para a sociedade, em seu mundo sensorial, tudo o que fez fazia muito sentido.
A questão é que acompanhar a história de Grenouille é como compreendê-lo, e compreendê-lo é perdoá-lo e afeiçoar-se a ele. Ele é um anti-herói, uma rã disgusting e ainda assim, o amamos e perdoamos. Grenouille é um psicopata, desses que manipulam, vivem na satisfação de seus prazeres e passam por cima da moral.
Por que será que a figura do psicopata nos atrai tanto?! Toda essa paixão, essa aparente virtude ilustrada pela enorme capacidade de sentir e manipular sentimentos através dos cheiros o envolve em uma aura de paixão, cativa. Amamos o feio, o errado, o assassino.
É por isso que não deixa de ter razão o ingênuo orkut, quando nos diz que uma rosa - e uma pessoa - sem fragrância são como beleza sem virtude, belos, atraentes, como o psicopata Grenouille, mas perigosos e por fim, tão vazios quanto.
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5.27.2009
Eu ando assustada

O que está acontecendo com o mundo?
Primeiro a gripe suína. Já tava vendo o dia em que o vírus letal ia chegar a todo mundo, visualizava uma cena à la Saramago com doentes encarcerados em unidades de terapia intensiva, e viriam chegando outros, e outros, rádios e emissoras de TV trariam a notícia de que a doença já teria chegadpo aos vilarejos mais remotos, que os índios brasileiros já haviam sido contaminados, até o dia em que praticamente ninguém estaria mais do lado de fora e de repente, o presidente diria na TV, em meio a espirros, que os doentes seriam soltos e a regra seria a gripe. Azar de quem tivesse bem.
Agora é a Coréia do Norte. Testa armas nucleares e o mundo reage. A reação gera respostas, que geram respostas que geram reação. E dá-lhe Estados Unidos dizendo que paciência tem limite e Coréia do Norte contra sul e eis que pensamos: será que o Brasil e o mundo escapam dessa?
Tenho medo. Tenho medo das pessoas e dos vírus letais e tenho medo de não ter a chance de ver meus planos realizados, e de não me conhecer velhinha, minhas ruguinhas e meus netinhos, tudo isso por conta de tanta estupidez.
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5.23.2009
Sobre a vida e o lazer da pessoa jurídica
se sao detestaveis, pq vc sente falta?
Você diz:
sao adoravelmente detestaveis
Você diz:
acompanha o meu raciocinio:
Você diz:
vc convive diariamente com aquelas pessoas. Gosta delas, mas se desentende frequentemente, e por mais q se entenda, os vicios e manias de alguns deles te irritam, e trabalho eh pior q casamento em termos de convivencia
Você diz:
daí todos combinam os detestaveis happy hours q vc faz de td para evitar, mas acaba indo. Dentre os que vc gosta e uns q vc nao gosta, lah estah vc, bebendo um choppinho e relaxando e no fim, ateh q eh razoavel. Daih vem o fds e vc vai cuidar da sua vida sabendo q segunda recomeça.
Você diz:
mas se vc sai do emprego e nao tem isso ha meses, anos, vc invariavelmente sente falta disso, e sua quinta, sexta a noite é trissste.... a menos q vc fique amiga de vagabundos q nao trabalham, assim como vc! Hahhahaha
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5.19.2009
Tomara-que-NÃO-caia
Tomara-que-caia é historicamente um problema. Pelo menos pra mim, graças à nossa longa relação de amor e ódio. E então, há poucos instantes me vi lendo alguma coisa sobre o assunto que me trouxe paz e alegria: nossa relação é conturbada e a culpa não é minha. Blame on weird women!
http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/05/18/voce-sabe-usar-tomara-que-caia/
5.08.2009
Fui fazer a unha. Será mesmo?

Dã! eu sei que elas ja estavam feitas, só fui dar uma arrumadinha nelas: lixar, cutilar, pintar... essas coisas.
Tá!! eu sei... eu não fui cuidar da minha unha, tinha alguém lá para cuidar dela por mim.
Óqueeeeei!!! Não foi a unha que eu levei ao salão para ser cuidada por outra pessoa, foram as unhas! Todas elas!
Siiiiiiiiiiiiiim! Eu não levei as unhas para serem cuidadas no salão por outra pessoa, afinal não se leva unha a lugar algum, elas vão com vc aonde vc for...
Ai, chega! Ó como sofremos, nós mulheres, para ficarmos bonitas...
5.07.2009
Mega-sena
Acertei os dois primeiros e passei raspando por mais dois. Como explicar à sorte que a minha intenção foi boa?
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5.04.2009
Amo, logo existo.
O tempo passou e eu entendi um pouquinho melhor. Ainda bem que não foi perdendo meu cãozinho nem minha tartaruguinha, e sim ganhando amiguinhos, brincando, conhecendo gente, ou seja, amando o suficiente para não perder e não perdendo o suficiente para amar.
Daí veio o segundo "pããã": por que as grávidas sofrem pela perda de algo que elas nem contavam existir há tão poucos meses, um pedacinho de matéria desprovido de autonomia como ser, algo que poderia ser refeito (sem considerar as dificuldades de fertilidade) tão facilmente?
O tempo passou e eu entendi um pouquinho melhor. Não foi perdendo um bebê, mas entendendo a dinâmica das relações familiares, do amor, da expectativa sobre a chegada de um filho como um novo membro e da necessidade de controle que temos sobre os planos que fazemos, para que sejam idealmente bem sucedidos. Mas até aí, uma grávida impedida de sair da cama sob cuidados médicos era só uma mulher barriguda e apavorada recebendo um tratamento especial.
Então, uma amiga em uma situação de estabilidade aparentemente adversa engravida e ao contrário do que a maioria das pessoas poderia supor, converte-se em pura energia rosa e lilás de tão radiante que fica, e toda e qualquer notícia que dela se tem, põe você num estado de graça, e você chega a achar que contos de fadas existem, embora minha mãe nunca tenha lido para mim nenhuma historinha em que uma princesa engravidasse (talvez simbolizassem isso no "e eles foram felizes para sempre..."), o fato é que isso realmente me encheu de alegria alheia (ê sentimento bom!).
Alguns dias depois, o que já era lilás e rosa fica dourado e pisca e roda e toca música, e você mal cabe em si, pois ela descobre que as alegrias serão em dobro, são gêmeos! E aí vêm as observações, e os cuidados médicos, e o repouso... e então ela escreve isso:
"Agradeço imensamente às manifestações de carinho e apoio de todos vcs. Eu sou extremamente paparicada pela vida por ter me rodeado de tanta energia boa.
Infelizmente um dos meus brotinhos resolveu não vir agora. Se despediu de mim com o coraçãozinho ainda batendo.
Mas o outro tá com a mulésta! E mais do que nunca, dando sentido à minha vida.
That´s it. A gente vive de semear e sepultar sonhos. E o medo de sonhar é uma estúpida ilusão de proteção.
Abraço forte em todos!"
E eu percebo que estou triste. E depois feliz pelo "brotinho" que ficou, e por ela, e pelo pai, etc. E releio o trecho em que ela fala em "sepultar sonhos, e no medo de sonhar"... está lindo, e sim, sim, ela tá certa, a vida é aceitar vitórias e derrotas, e penso que eu sou extremamente feliz por ser capaz de me emocionar, por amar, por sofrer, e concluo, sem muita expectativa de estar sendo original sob qualquer aspecto, que é exatamente isso que nos faz nos sentirmos vivos.
5.02.2009
4.28.2009
Mãe só muda o endereço
| Por que 11 entre 10 e-mails vindos das mães contém as palavras "importantíssimo", "atenção", "novo golpe", "fique atento"...?!!! |
----- Original Message -----
From: liligold@xyz.com.br
To: logolds@zyx.com.br
Cc:
Sent: Seg 27/04/09 21:08
Subject: Fwd: En: Policia Federal - IMPORTANTISSIMO
REPASSANDO!!!!!!!!!!!!!!!
Assunto: FW: En: Policia Federal - IMPORTANTISSIMO
4.27.2009
Eu sou linda e absoluta
Senhoras e senhores, Stefany do Cross Fox:
http://www.youtube.com/watch?v=RmPB47Q-GKY&feature=related
4.22.2009
4.21.2009
Popular mechanics for lovers
I know he knocks you off your feet
You’re so bitter; you think he’s sweet
Well he’s wrong for you, I swear
Did you forget to read the script?
There was never a role for him
It was always you and me, just me
Popular mechanics for broken hearts could help me now
I know you never felt romance
And we always lack suspense
I can edit those parts out
I never made you feel complete
I would fall beneath your feet
I would never bring you down, so down
Popular mechanics for broken hearts could help me now
Just because he loves you too
He would never take a bullet for you
Don’t believe a word he says
He would never cut his heart out for you
I heard he wrote you a song
But so what
Some guy wrote 69
And one just ain’t enough
And there’s so sense in trying
I know cuz I’ve been
Trying all the time to find something that would make you mine
But all I ever find my love
Are clichés that don’t rhyme
Popular mechanics for broken hearts could help me now
Just because he loves you too
He would never take a bullet for you
Don’t believe a word he says
He would never cut his heart out for you
4.20.2009
Londres, depois Amsterdã...
Geralmente, ouvimos a seguinte advertência: beba com moderação. Em um bar de Londres a mensagem está mudando: respire com moderação.
Sabe por quê? Alcoholic Architecture, na região de Newburgh, está deixando os seus clientes bastante "alegres" sem precisar de qualquer bebida. Digo, em estado líquido. E explico: o ambiente do bar é preenchido com vapor de gim e tônica. Para entrar no bar as pessoas precisam usar uma capa plástica, a fim de não voltar para casa como um gambá.
A experiência sensorial é acompanhada por uma trilha sonora inusitada: barulho de bebida caindo sobre cubos de gelo. A ideia é fazer com que os clientes se sintam dentro da própria bebida. Hummmm... Por vez 40 pessoas têm esse privilégio. O bar é pequeno. A entrada custa cerca de 20 reais.
Bom, parece que funciona. Olha só a alegria da galera deixando o bar... Prepare o seu nariz.
ps: lembrar de incluir Newburgh na minha próxima viagem sensorial ao velho continente.
4.19.2009
4.14.2009
Mais uma sobre a criatividade
No último fim de semana a polícia de Jacareí prendeu em flagrante um homem de 30 anos logo após furtar hidrômetros de três residências. A explicação foi, no mínimo, curiosa: para a polícia, ele contou que furtava os equipamentos para fazer enfeites e depois vender em feiras livres.
Ah, do site do Jornal O Globo em 14/04/09
4.11.2009
(Heart) Downsizing
-Pam's favourite flavour of yogurt
-A morte de uma barata, um pijama, um banco e uma vassoura
-Alguns sons, os cheiros e as texturas
Vou para Stamford. Volto já. Não esperem por mim, não do mesmo jeito.
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4.07.2009
Acabei de vir do mercado e...
3.15.2009
Sobre a arte e as pessoas II
MUMFORD, Lewis. A cidade na história: sua origens, transformações e perspectivas. Trad. Neil R. da Silva. 4ª Ed. São Paulo: Martins Fontes, 2004. P.585
3.04.2009
O verdadeiro efeito Prada
Diabo sobre Prada
Isso non ecziste!!!
Padre Quevedo sobre Prada
Não sabe o que é Prada? Joga no Google.
Christian Pior sobre Prada
Simplesmente um loosho!
Clóvis Bornay sobre Prada
Eu nunca vi!!!
Stevie Wonder sobre Prada
Nem eu...
Você sobre Prada
Se é Pra-dá eu gosto!
Clodovil sobre Prada
Se eu pudesse eu usava mil!!
Jeremias sobre Prada
2.27.2009
Grau de civilidade
As formulações clássicas da psicanálise têm notórios influxos sobre o estudo do ornamento. O vaticínio de Loos é exemplar: “Toda arte é erótica. A primeira obra de arte, a primeira atividade artística que o artista rabiscou na parede foi para se despojar de seus excessos.” Nessa linha, a evolução cultural eqüivale à erradicação da ornamentação, e “pode-se medir o grau de civilização de um país pela quantidade de rabiscos que se encontra nas paredes de seus banheiros”.
Mário Henrique Simão D’Agostino, em www.vitruvius.com.br
2.17.2009
1.31.2009
Voce abriria mao de sexo por algum motivo?
- marcia marcondes - Opinião enviada em 23/1/2009
Para ler um bom livro por exemplo! >>Azeda!
- Joao José -
Opinião enviada em 20/1/2009Claro! Nada melhor que uma partidinha de biriba com os amigos na praça. :) >>Esse deve jogar baralho com o seu Aristarco Pederneiras.
- marcia marcondes -
Opinião enviada em 30/12/2008Por várias coisas como um premio de loteria sozinha,uma viagem com direito a museus,restaurantes e compras ilimitadas na europa,tantos outros prazeres como tomar chocolate quente em viena em dia de frio depois de um bom concerto.Depois de uma certa idade e maturidade se aprende a selecionar as atividades e sexo nao é o único prazer que se pode ter na vida(na minha modesta opiniao...) >>De novo essa marcia! V^e-se que aprecia mesmo pouco o assunto.
- Wanda Carvalho de Miranda -
Opinião enviada em 27/12/2008ola, sim, eu ja abri mão de sexo por conta de religião. >>Ainda existe isso?
- iranny medice neto -
Opinião enviada em 20/12/2008UMA PERGUNTA? UMA RESPOSTA? QUAL A ATIVIDADE NESTE MUNDO,PURO/LIVRE DE SACANAGEM EXIGIRIA O NAO AO SEXO? NAO EXISTE! NAO ADIANTA ESCONDER SE ATRAS DE RELIGIAO OU ALGO APARECIDO.A PALAVRA SEXO PODE SER INTERPETRADO POR CADA UM EM SUAS FANTASIAS IMAGINARIAS OU REAL.ASSUMIDAS OU ESCONDIDAS DENTRO DE QUATRO PAREDES OU FORA DELAS.NA TERRA.CEU.MAR.EM NOSSO MUNDO O NO MUNDO ANIMAL,SEMPRE HAVERA SEXO E SACANAGEM.COMO 2+2=4. THE END. >>Gostei do na terra.ceu.mar.em nosso mundo o no mundo animal, além de muito poético segue a linha de todo o depoimento, da boa redação
- Pedro Globo -
Opinião enviada em 17/12/2008MMMMMMMMMM! Chocolate! >>Talvez eu concorde com esse...
- danielle sousa de almeida -
Opinião enviada em 16/12/2008abriria mão de um mês sem sexo, para passar um mês de férias em Fernando de Noronha com todas as despesas pagas, aí eu abro mão!!!!!!!! >>O pagamento por tamanha generosidade depois provavelmente seria mais um mes de favores sexuais.
- juricema aragão sousa -
Opinião enviada em 16/12/2008Se fosse a oferecido a atividade de ser o homem mais rico do mundo , com todas as benécias que a condição ofereçesse não valeria apenas,não inventaram,não vão inventar atividade mais prazerosa. Vai ai 9 beneficios que a saborosa atividade propicia a quem gosta:Proteção cardiovascular, acaba e acaba mesmo com estresse,um excelente remédio contra a dor,deixa a auto estima lá ,mas muito lá em cima, menos gordura, queima de 100 a 200calorias por vez , fortalece os músculos, o melhor rémedio para dormir , depois de fazer é claro, defesas reforçadas, é sem dúvida a melhor defesa imunológica . vou parar por aqui , tenhos que tomar uns '"REMEDIOS"!!!! >>Bastante previs'ivel, mas... gostei muito do valeria apenas, quase poesia.
- antonio carlos pereira constantino -
Opinião enviada em 16/12/2008sim.principalmente se o assunto for dinheiro. >>Conhe'co outras pessoas que pensam assim, e atendem na av. Atl^antica.
- Eduardo Julio -
Opinião enviada em 25/1/2009Não !!! O legal do sexo é que vc pode fazer durar 1 hora, como também pode fazê-lo, bem, de maneira agradável e satisfatória em apenas 5 minutos !!! Pela manhã, quando perco a hora, deixo pra tomar café no trabalho, mas não abro mão de um sexo bem gostoso pra começar bem o dia !!!! >>Se seu colega se atrasar e tomar caf'e da manh~a no escrit'orio, desconfie!
- cleusa maria da silva e silva -
Opinião enviada em 24/1/2009com certeza que sim ,depois de vinte anos ,prefiro ir ao shou do Elton Jon. >>SHOU? Esse foi o melhor comentário, sem dúvida, ainda mais considerando que só tem SHOU do Elton Jon a cada 10 anos no Brasil, e é por isso que a Cleusa troca o sexo!
1.23.2009
Sobre a criação
O papel está hoje com uma abominável falta de imaginação.
Continua apenas, olhando-me: vazio, mais quadrado do que nunca.
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